quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Já pensou em ser Enfermeiro em outro país????
O escritório brasileiro de imigração do Québec, no Canadá, procura profissionais para atuar no mercado de trabalho local, especialmente para as áreas de enfermagem, TI, aeronáutica, administração de empresas e engenharia. Pelas estimativas do Ministério do Trabalho quebequense, serão abertas mais de 1 milhão de vagas de trabalho qualificadas até 2021, o que equivale a mais de 100 mil por ano.
Os salários podem chegar a CAN$ 51 mil (R$ 115 mil) para enfermeiros. Os interessados devem apresentar diploma de curso superior ou nível técnico.
O programa de imigração do Québec procura trabalhadores qualificados e o processo de seleção tem duração média de um ano. Os critérios incluem diploma universitário (técnico ou tecnológico) na área, experiência profissional, idade preferencialmente até 35 anos e domínio da língua francesa (idioma oficial do Québec). Além dos solteiros, aqueles que já possuem cônjuge e filhos são especialmente bem-vindos.
Montreal, maior cidade da província de Québec.
O imigrante tem todos os direitos de um cidadão canadense, como assistência médico-hospitalar, previdenciária, além de outros benefícios extensivos a familiares (esposa e filhos). O programa não garante emprego, mas o governo ajuda na busca por uma colocação no mercado de trabalho.
O site www.imigrarparaquebec.ca permite fazer uma simulação online e saber se o dossiê do candidato seria aceito. No endereço, também está disponível a lista de documentos e taxas.
A avaliação é composta por análise dos documentos, pedido de visto de residente permanente e, em algumas situações, entrevista pessoal com os candidatos aprovados.
“Essas carreiras têm uma importância fundamental na economia e no desenvolvimento de Québec para os próximos anos, por isso apresentam melhores opções e oportunidades”, diz Perla Haro Ruiz, assessora em promoção do Escritório de Imigração do Québec. “Os atrativos não são meramente profissionais. São acessíveis a todos a qualidade de vida, a segurança, os incentivos governamentais ao crescimento populacional e familiar, além dos direitos sociais”.
Mais informações pelos sites www.imigrarparaquebec.ca e www.emploiquebec.net
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
RH
Alguns hospitais ondem poderão enviar currículo para processo seletivo.
OBS: Não fazemos o processo seletivo, só estamos divulgando e-mails dos RH´s onde poderão fazer um primeiro contato, boa sorte.
mmodesto@aacd.org.br;admpessoal@classeslaboriosas.org.br;rh@coopersam.com.br;rh@ffm.br;triagem.rh@greenlinesaude.com.br;selecao@hospitalbrasil.com.br;departamento_selecao@medialsaude.com.br;rhvagas@beneficencia.org.br;rhvagas@beneficencia.org.br;rh@hbpscs.com.br;rh@hospitalbomclima.com.br;rh@admin.coop.br;recrutamento@craz.com.br;recursoshumanos@cemahospital.com.br;selecao@hcc.com.br;rhfaj@dantepazzanese.org.br;rh@cruzeirodosul.com.br;priscila.rh@hrim.com.br;rhselecao@hospitalassuncao.com.br;selecao@hmcg.com.br;sinobrasileiro@sinobrasileiro.com.br;rhdp@hospitalparanagua.com.br;selecao@evaldofoz.com.br;recgreenhill@bol.com.br;rh@hospitalis.com.br;trabalheconosco@hospitaligesp.com.br;selecao@metropolitano.com.br;selecao@grupomontreal.com.br;rh@hospitaldapenha.com.br;recrutamento@nsl.com.br;treinamento@haoc.com.br;marirodrigues@amil.com.br;hpresidentedp@terra.com.br;rh@hsanpaolo.com.br;selecao@hsc.org.br;selecaocv@hospitalsantacruz.com.br;cv@hmsj.com.br;selecao@santapaula.com.br;rh@hospitalsantarita.com.br;selecao3@hsv.org.br;selecao3@hsv.org.br;selecao.ipiranga@saocamilo.com;selecao.santana@saocamilo.com;rhrecrutamento.pompeia@saocamilo.com;rh@hmsaorafael.com.br;aprodrigues@sepaco.org.br;pkato@amil.com.br;camilarh@ameplansaude.com.br;rh@luminasaude.com.br;mcarolina@omint.com.br;rh1@sametrade.com.br;ph@samcil.com.br
rh@santamalia.com.br;taniagarcia@sham.com.br;diretoria@saocamilosede.org.br;drh@serma.com.br;rh@hospitalamerica.com.br;cooperplus@cooperplus.org.br
KPC, a superbactéria
A bactéria KPC (Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase) , a“superbactéria”, foi identificada pela primeira vez nos Estados Unidos, em 2000, depois de ter sofrido uma mutação genética, que lhe conferiu resistência a múltiplos antibióticos (aos carbapenêmicos, especialmente) e a capacidade de tornar resistentes outras bactérias. Essa característica pode estar diretamente relacionada com o uso indiscriminado ou incorreto de antibióticos.
A bactéria KPC pode ser encontrada em fezes, na água, no solo, em vegetais, cereais e frutas. A transmissão ocorre em ambiente hospitalar, através do contato com secreções do paciente infectado, desde que não sejam respeitadas normas básicas de desinfecção e higiene.
A KPC pode causar pneumonia, infecções sanguíneas, no trato urinário, em feridas cirúrgicas, enfermidades que podem evoluir para um quadro de infecção generalizada, muitas vezes, mortal.
Crianças, idosos, pessoas debilitadas, com doenças crônicas e imunidade baixa ou submetidas a longos períodos de internação hospitalar (dentro ou fora da UTI) correm risco maior de contrair esse tipo de infecção.
A resistência aos antibióticos não é um fenômeno novo nem específico da espécie Klebsiella. Felizmente, esses germes multirresistentes não conseguem propagar-se fora do ambiente hospitalar.
Sintomas
Os sintomas são os mesmos de qualquer outra infecção: febre, prostração, dores no corpo, especialmente na bexiga, quando a infecção atinge o trato urinário, e tosse nos episódios de pneumonia.
Diagnóstico
A confirmação do diagnóstico se dá por meio de um exame de laboratório que identifica a presença da bactéria em material retirado do sistema digestivo. Infelizmente, nem todos os hospitais estão suficientemente aparelhados para realizar esse exame.
Prevenção
A prevenção é fundamental no controle da infecção hospitalar. Por isso, todos os pacientes portadores da bactéria KPC, mesmo que assintomáticos, devem ser mantidos em isolamento.
Lavar as mãos com bastante água e sabão e desinfetá-las com álcool em gel são medidas de extrema eficácia para evitar a propagação das bactérias. Esses recursos devem ser utilizados, tanto pelos profissionais de saúde que lidam com os doentes, como pelas visitas.
Outras formas de prevenir a propagação das bactérias incluem o uso sistemático de aventais de mangas compridas, luvas e máscaras descartáveis, sempre que houver contato direto com os pacientes, a desinfecção rotineira dos equipamentos hospitalares e a esterilização dos instrumentos médico-cirúrgicos.
Tratamento
Existem poucas classes de antibióticos que se mostram efetivas para o tratamento das infecções hospitalares pela bactéria KPC. Daí, a importância dos cuidados com a prevenção.
Recomendações
Lave as mãos com frequência, especialmente antes e depois de entrar em contato com pessoas doentes;
* Só tome antibióticos se forem prescritos sob orientação médica;
* Saiba que a maioria das infecções respiratórias não é causada por bactérias, mas, sim, por vírus sobre os quais os antibióticos não exercem nenhum efeito;
* Mantenha as visitas afastadas dos pacientes infectados;
* Higienize as mãos com álcool gel, sempre que possível;
* Esteja atento à nova regulamentação da Anvisa sobre o uso dos antibióticos;
*Procure reduzir ao mínimo necessário as visitas e consultas nos hospitais.
Veja mais em: http://www.bacteriakpc.com.br/
A bactéria KPC pode ser encontrada em fezes, na água, no solo, em vegetais, cereais e frutas. A transmissão ocorre em ambiente hospitalar, através do contato com secreções do paciente infectado, desde que não sejam respeitadas normas básicas de desinfecção e higiene.
A KPC pode causar pneumonia, infecções sanguíneas, no trato urinário, em feridas cirúrgicas, enfermidades que podem evoluir para um quadro de infecção generalizada, muitas vezes, mortal.
Crianças, idosos, pessoas debilitadas, com doenças crônicas e imunidade baixa ou submetidas a longos períodos de internação hospitalar (dentro ou fora da UTI) correm risco maior de contrair esse tipo de infecção.
A resistência aos antibióticos não é um fenômeno novo nem específico da espécie Klebsiella. Felizmente, esses germes multirresistentes não conseguem propagar-se fora do ambiente hospitalar.
Sintomas
Os sintomas são os mesmos de qualquer outra infecção: febre, prostração, dores no corpo, especialmente na bexiga, quando a infecção atinge o trato urinário, e tosse nos episódios de pneumonia.
Diagnóstico
A confirmação do diagnóstico se dá por meio de um exame de laboratório que identifica a presença da bactéria em material retirado do sistema digestivo. Infelizmente, nem todos os hospitais estão suficientemente aparelhados para realizar esse exame.
Prevenção
A prevenção é fundamental no controle da infecção hospitalar. Por isso, todos os pacientes portadores da bactéria KPC, mesmo que assintomáticos, devem ser mantidos em isolamento.
Lavar as mãos com bastante água e sabão e desinfetá-las com álcool em gel são medidas de extrema eficácia para evitar a propagação das bactérias. Esses recursos devem ser utilizados, tanto pelos profissionais de saúde que lidam com os doentes, como pelas visitas.
Outras formas de prevenir a propagação das bactérias incluem o uso sistemático de aventais de mangas compridas, luvas e máscaras descartáveis, sempre que houver contato direto com os pacientes, a desinfecção rotineira dos equipamentos hospitalares e a esterilização dos instrumentos médico-cirúrgicos.
Tratamento
Existem poucas classes de antibióticos que se mostram efetivas para o tratamento das infecções hospitalares pela bactéria KPC. Daí, a importância dos cuidados com a prevenção.
Recomendações
Lave as mãos com frequência, especialmente antes e depois de entrar em contato com pessoas doentes;
* Só tome antibióticos se forem prescritos sob orientação médica;
* Saiba que a maioria das infecções respiratórias não é causada por bactérias, mas, sim, por vírus sobre os quais os antibióticos não exercem nenhum efeito;
* Mantenha as visitas afastadas dos pacientes infectados;
* Higienize as mãos com álcool gel, sempre que possível;
* Esteja atento à nova regulamentação da Anvisa sobre o uso dos antibióticos;
*Procure reduzir ao mínimo necessário as visitas e consultas nos hospitais.
Veja mais em: http://www.bacteriakpc.com.br/
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
O que é Doença de Addison?
Sinônimos: Hipofunção adrenocortical; Insuficiência adrenocortical crônica; Insuficiência adrenal primária
A doença de Addison é um distúrbio que ocorre quando as glândulas adrenais não produzem quantidades suficientes de seus hormônios.
Causas
As glândulas adrenais são pequenos órgãos liberadores de hormônio localizados no topo de cada rim. Elas são constituídas de parte externa (chamada córtex) e interna (chamada medula).
O córtex produz três tipos de hormônios:
Os hormônios glicocorticoides (tais como cortisol) mantêm o controle do açúcar (glucose), diminuem (eliminam) a resposta imunológica e ajudam o corpo a responder ao estresse.
Os hormônios mineralocorticoides (como a aldosterona) regulam o equilíbrio de sódio e potássio.
Os hormônios sexuais, andrógenos (homem) e estrógenos (mulheres) afetam o desenvolvimento sexual e a libido.
A doença de Addison é resultado de dano ao córtex adrenal. O dano faz com que o córtex produza menos hormônios.
Esse dano pode ser provocado por:
O sistema imunológico atacar a glândula por engano (doença autoimune)
Infecções como tuberculose, HIV ou infecções fúngicas
Hemorragia, perda de sangue
Tumores
Uso de medicamentos para diminuição da viscosidade do sangue (anticoagulantes)
Os fatores de risco para a doença de Addison do tipo autoimune incluem outras doenças autoimunes:
Tireoidite crônica
Dermatite herpetiforme
Doença de Graves
Hipoparatireoidismo
Hipopituitarismo
Miastenia grave
Anemia perniciosa
Disfunção Testicular
Diabetes tipo I
Vitiligo
Certos defeitos genéticos podem provocar essas condições.
Exames
Os exames podem mostrar:
Aumento dos níveis de potássio
Baixa pressão sanguínea
Baixa nível de cortisol
Baixa sódio sérico
Níveis normais de hormônios sexuais
Outros testes podem incluir:
Raio X abdominal
Tomografia computadorizada abdominal
Essa doença também pode alterar os resultados dos seguintes exames:
17hidroxicorticosteroides
17-cetosteroides
Taxa de excreção de aldosterona urinária De 24 horas
Aldosterona
Contagem de eosinófilos no sangue
Teste de estímulo com cortrosina
Exame para potássio
Renina
Cortisol na urina
Mais sobre Doença de Addison
Consulte seu médico se:
Você não consegue manter sua medicação baixa devido ao vômito.
Você foi diagnosticado com doença de Addison e sofrer um estresse, por exemplo, infecção, lesão, trauma ou desidratação. Você pode ter que ajustar sua medicação.
Seu peso aumentar com o tempo.
Seus tornozelos começam a inchar.
Você desenvolver outros sintomas novos.
Se tiver sintomas de crise adrenal, aplique-se uma injeção de emergência do seu medicamento prescrito. Se não tiver, vá ao pronto-socorro mais próximo ou ligue para a emergência.
Os sintomas de crise adrenal incluem:
Dor abdominal
Dificuldade para respirar
tontura ou vertigem
Baixa pressão sanguínea
Redução da consciência
Veja mais: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/doenca-de-addison
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Novas vagas.
Divulgando a quem possa interessar....
VAGA: COORDENADORA DE PS GINECOLÓGICO – SÃO PAULO – SP
Nós somos Consultoria especializada em Talentos Profissionais e Vagas nas áreas de Tecnologia, TI / Telecom / Engenharia / Médico-Hospitalares e Serviços, no mercado desde 2005.
Estamos com a vaga abaixo e aguardamos indicações.
Nosso cliente, Rede de Hospitais de Primeira Linha e Grande porte, localizado na Região do Bairro do Paraíso / Av. Paulista, busca a profissional abaixo:
VAGA: COORDENADORA DE PS GINECOLÓGICO – SÃO PAULO – SP
ATIVIDADES, REQUISITOS E EXPERIÊNCIA
Efetuar o dimensionamento de pessoal, através das escalas e atribuições dos enfermeiros;
Efetuar a conferencia das escalas dos escriturários e técnicos
Efetuar os indicadores de qualidade
Efetuar toda a gestão dos colaboradores (GRHNET, - Horas Extras)
Visitar as unidades dos postos de enfermeiras m verificando as condutas em relação à utilização dos uniformes e etc.;
Efetuar a avaliação de desempenho e as experiências das enfermeiras
Participar das reuniões de protocolos (Dag e Hemorragia)
Graduação em Enfermagem
Pós-Graduação em Obstetrícia completa
Desejável Pós- Graduação em Gerenciamento em Saúde
Ter vasta vivência anterior em Coordenação
Local de Trabalho: Bairro do Paraíso / Av. Paulista.
Horário de Trabalho: segunda à sexta/ complemento de 4 horas de trabalho todos os sábados.
Contratação efetiva CLT.
Salário: Em torno de R$ 6.400,00
Benefícios
Cesta Básica- Entregue em casa taxa de R$ 3,50, para retirar R$ 2,00
Convênio Médico de co-participação na utilização somente para o funcionário, não extensivo para os dependentes
Convênio Odontológico- 11,77 por dependentes
Restaurante na Empresa – Cobra valor simbólico de R$ 1,00 por refeição, café manhã/tarde gratuito
Enviar CV com pretensão salarial para o email speedconsult@speedrh.com.br – e colocar no assunto: COORDENADORA PS GINECOLÓGICO – SP.
Aneurisma é assintomático e muitas vezes fatal; veja mitos e verdades
Acredita-se que uma em cada 50 pessoas tem um aneurisma cerebral, uma dilatação anormal da parede da artéria que surge sem sinais e pode ficar e pode permanecer a vida toda sem ser percebido.
"O sintoma só ocorrerá no caso de distensão intensa ou ruptura do vaso, que provocará uma hemorragia", explica Leandro Roberto Teles, membro da Academia Brasileira de Neurologia. Segundo estimativas, apenas 20% dos aneurismas intracranianos irão, em algum momento, sofrer ruptura.
Quando isso acontece, quase 50% dos pacientes morram antes de chegar a um pronto atendimento ou nos primeiros 30 dias após o episódio. Dos que sobrevivem, metade terá que conviver com algum deficit neurológico permanente.
Problemas de saúde crônicos, como pressão alta e tabagismo, potencializam o perigo. "Isso acontece porque ajudam a enfraquecer ainda mais a parede do vaso", salienta Paulo Porto de Melo, membro das sociedades brasileira e americana de neurocirurgia.
Mulheres
Existe a constatação de que a incidência é ligeiramente maior em mulheres do que em homens. "Até o momento, não há explicação científica para este fato", sustenta Melo. E, embora o distúrbio possa acometer até bebês no útero, o mais comum é que apareça na quinta década de vida.
Algumas pessoas apresentam uma tendência aumentada para a ocorrência e para as complicações referentes ao problema. Nessa lista, além das mulheres, estão aqueles com familiares que sofreram com aneurisma (risco genético familiar), fumantes, hipertensos não controlados, alcoólatras, portadores de doenças do colágeno, de rins policísticos e de aterosclerose nos vasos, conforme explica Teles.
"O cigarro destrói as fibras de colágeno, que são fundamentais para conferir maior resistência à parede da artéria. O segundo maior fator de risco é a pressão arterial sem controle, já que a pressão alta distende a parede já frágil do vaso", completa Melo.
Sem prevenção
"Infelizmente, o aneurisma não pode ser prevenido com medidas do dia a dia", diz Maurício Mandel, membro da Sociedade Internacional de Neurocirurgia Minimamente Invasiva e da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia. Ele enfatiza que o fator genético é o maior determinante para o distúrbio.
"Resta a atenção ao histórico familiar, a dores de padrão súbito e intenso e à presença de doenças associadas, como o rim policístico. Para tais pacientes, a descoberta em fase assintomática permite o tratamento preventivo para evitar o rompimento durante a vida", afirma Teles.
De qualquer forma, ele recomenda manter vigilância sobre a pressão arterial e reforça que o ideal é evitar excesso de álcool e cigarro, ter uma boa alimentação, fazer exercícios físicos e dar atenção ao diabetes e colesterol.
Tratamentos
Classicamente, há dois tipos de terapia para os aneurismas cerebrais: cirurgia aberta e embolização por meio de cateterismo. Entretanto, existem alguns pacientes que só podem ser tratados com a primeira opção. Nas operações tradicionais, é feita uma grande incisão no couro cabeludo com abertura do crânio. E, então, uma espécie de clipe isola o aneurisma, impedindo a hemorragia.
Mas existe uma novidade: "Estamos desenvolvendo um protocolo de pesquisa para cirurgia minimamente invasiva por meio de um acesso pela pálpebra. A cicatriz some e o resultado estético é muito bom, com clipagem do aneurisma e praticamente nenhuma chance de sangramento. A alta se dá no dia seguinte", diz Mandel.
Outra novidade, já utilizada fora do Brasil, é um dispositivo que também facilita a resolução do problema. "Trata-se de uma espécie de stent que recobre apenas a fragilidade da artéria por dentro. E, dessa forma, elimina o aneurisma e fortalece a região de fragilidade arterial", conclui Melo.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Vagas para deficientes
O hospital Albert Einstein oferece vagas para pessoas com deficiência para trabalhar em vários
setores do hospital. Os requisitos são: ter concluído o ensino médio e
ser maior de idade. Conhece alguém no perfil? Encaminhe o currículo para
genteeficiente@einstein.br. Boa sorte!
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